Paulo Brustolin

Mestre em Administração & Estratégia Empresarial

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Paulo Brustolin fala sobre Gestão de pessoas em tempos de crise

admin - 16/04/2018

Em entrevista, Paulo Brustolin fala da importância em manter um bom clima organizacional em meio à austeridade

Paulo Brustolin fala sobre Gestão de Pessoas em Tempo de Crise

A economia brasileira tem sofrido instabilidades constantes, e isso é um ponto de alerta para o mundo corporativo. Diante desses cenários, o impacto é de maior representatividade aos novos empreendedores e gestores de pequenos negócios, a qual ainda estão em processo para conseguir manter as altas cargas de impostos, taxas e até mesmo falta de crédito. Por isso, é importante que exista uma linha estratégica nas empresas para que se mantenha um bom clima organizacional mesmo com instabilidades no mercado.

 

Quando pensamos em crise, a palavra “corte” é o destaque em ações corporativas, pois a folha de colaboradores representa um grande percentual dos custos fixos, o que pode parecer mais prático aos empregadores o desligamento de seus funcionários para redução nos custos.

 

PAULO BRUSTOLIN FALA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE PESSOAS

 

Para que a imprevisibilidade não ganhe espaço, trazendo preocupações futuras ao empreendedor, Paulo Brustolin fala sobre a importância de uma análise ampla do mercado e uma gestão assertiva de pessoas. Com sua expertise e amplo conhecimento empresarial, Paulo relata que os principais problemas que um negócio pode enfrentar em relação ao clima organizacional está ligado a fatores que, muitas vezes, não se referem aos custos de uma empresa, como: remanejamento interno, conquista pela transparência, informações precisas e valorização de talentos.

 

COMO MANTER UM BOM CLIMA ORGANIZACIONAL EM MEIO À AUSTERIDADE

 

Manter um clima organizacional em meio à austeridade têm ligação direta ao posicionamento de um gestor. O RH tem um papel fundamental em todo o contexto de responsabilidade social e à luta contra efeitos nocivos da crise em uma empresa. Mas, também é papel do gestor manter pilares e ações como reestruturação de uma área.

Um dos grandes desafios de qualquer gestão é manter talentos e tratar diretamente com questões humanas, afinal, não é possível separar o homem de suas condições financeiras e psicológicas. Com isso, Paulo Brustolin relata em entrevista como enfrentar problemas relacionados ao clima organizacional e traz conselhos sobre gestão de pessoas.

 

Em tempos de crise, quais são os principais problemas que uma empresa pode enfrentar em relação ao clima organizacional?

“Um dos principais problemas enfrentados na crise, é que as empresas são forçadas a revisarem seus custos, e na grande maioria deles o impacto no pessoal acontece, o que pode desestabilizar todo o clima organizacional da empresa”

 

 

Quais são seus principais conselhos para empresas que estejam enfrentando dificuldades e que precisam manter o clima organizacional?

“Que [as empresas] mantenham seus talentos humanos a qualquer custo, pois as crises passam, mas não ter as pessoas capacitadas é ruim, e gera custos futuros, como de confiança, treinamento, histórico e conhecimento geral. É necessário que revejam os custos, valorizem os talentos humanos, tentem aumentar a produtividade, tenham criatividade e readequação de processos, além de jogo aberto e conversa franca sempre”.

 

Com isso, Paulo fala da importância de uma empresa apresentar uma base de confiança e transparência aos seus funcionários, o que pode evitar a existência de problemas que afetam diretamente o clima organizacional.

 

A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DE MERCADO EM TEMPOS DE CRISE

 

Ao avaliar o mercado, é preciso ter em mente que as questões financeiras podem trazer danos à estrutura de uma equipe. Um dos principais conselhos de Paulo Brustolin para que o clima organizacional não seja afetado de forma negativa, é que se mantenha os talentos humanos a qualquer custo. Pois as crises passam, mas não ter pessoas capacitadas é o que torna o cenário negativo, e gera custos futuros relacionados à confiança, histórico, treinamentos e conhecimento geral da área.

 

A estrutura psicológica também é um dos fatores delicados que um gestor terá que lidar em sua equipe. Suas ações podem ameaçar um bom profissional e afetar sua equipe por completo. Envolver, capacitar, motivar, conscientizar e evidenciar os problemas do setor, faz com que os funcionários vistam a camisa de sua empresa, independente do cenário apresentado.

 

Trabalhar com estratégia de retenção de talentos e até mesmo conquista de novos, é um dos posicionamentos pensados para cenários futuros. Visualizar o que vem após a crise é importantíssimo para direção assertiva de um negócio.

 

Analisando todos os pontos, é possível perceber que existem três importantes pilares a serem trabalhados: Revisão de Custos, Valorização de talento humano e Transparência mútua.

 

Definindo os aspectos empresariais e concluído um quadro estratégico para gestão de suas equipes, os objetivos e resultados de seu negócio estará sob controle em todas os cenários vivenciados pela empresa.

 

 

Conheça Paulo Brustolin

 

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Paulo Brustolin fala sobre a Importância do Planejamento Estratégico Industrial

admin - 20/02/2018

Paulo Brustolin

O mercado brasileiro fechou o ano de 2017 com alta de 2,5% em produção industrial, com
resultados positivos nas quatro categorias econômicas. Já analisando mudanças pouco
significativas, a economia passa por projeções na inflação, medidas pelo Índice Nacional de
Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com previsão para 12 meses, a média de estimativa
do indicador oficial de inflação apresenta uma queda de 4,04% para 4,03% no ano de 2018
– calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dado esses índices, o
mercado industrial tem preocupações constantes diante à economia brasileira, afetando
principalmente os novos empreendedores.

A economia brasileira é destaque aos interesses no mundo corporativo, a qual grande parte
do público são novos empreendedores e gestores de grandes empresas e negócios. Tendo
em vista esses interesses, Paulo Brustolin traz dicas de planejamento estratégico industrial
para que se mantenha forte em um mercado que, economicamente, passa por mudanças
constantes em um mesmo ano.

Paulo Brustolin foi responsável pela elaboração do Planejamento Estratégico Integrado do
Sistema Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso que é composto pela FIEMT,
SESI, SENAI e IEL, e tem trabalho com gestão de pessoas em grandes empresas e
negócios, com amplo conhecimento fala sobre a importância do planejamento estratégico,
os pilares e desafios para o desenvolvimento industrial.

Quando pensamos em planejamento industrial não podemos deixar de citar questões
relativas a dimensões e benefícios, que tem como natureza produtos, serviços, resultados e
outras iniciativas que valem a pena serem empreendidas em uma empresa. Seja quais
serão os atores das ações, quais os membros escalados para cada etapa do
empreendimento ou como funcionará a execução, o planejamento estratégico industrial é
necessário para se ter controle dos processos e perspectiva de seus objetivos e conquistas.
A visão de estratégia de uma empresa pode ser dividida em 5 aspectos: financeiro, cliente,
processos internos, aprendizado e crescimento. E para que esses aspectos sigam uma
linha assertiva no processo é necessário também, definir pontos importantes como:
– Missão, Visão e Valores da empresa
– Análise do ambiente que a organização se encontra (conhecido como Swot)
– Montando-se então um quadro estratégico
Tendo definido os aspectos e concluído o quadro estratégico, com a visão dos objetivos
você terá controle e gestão total da empresa. Para entendermos mais sobre a importância
do planejamento estratégico e os desafios que uma empresa percorre ao processo de
desenvolvimento, Paulo Ricardo responde algumas perguntas e conta o que é necessário
para alcançar com assertividade os pilares de desenvolvimento empresarial.
Abaixo encontramos dicas e orientações de gestão na entrevista com Paulo Brustolin.

P: Para você, o que é um Planejamento Estratégico?
R: O planejamento estratégico é um processo interativo no qual a empresa/ organização
busca construir o seu estado futuro, mobiliza os recursos internos e externo até o estado
futuro desejado.

P: Resumidamente: por que você considera que ter um planejamento estratégico
dentro do setor de indústrias é tão primordial para o bom desenvolvimento da
empresa?
R: O planejamento estratégico possibilita a construção do estado futuro desejável de uma
organização, principalmente agora onde vivemos o momento da revolução da indústria para
indústria 4.0 (integrada). É como diz aquela famosa frase: “quem não sabe para onde ir,
qualquer lugar é bom”.

P: Quais são os desafios que uma empresa vai enfrentar caso não tenha um
planejamento estratégico bem estruturado?
R: Será uma empresa reativa, que vai reagir ao comportamento do mercado e não
construirá seu futuro. Não acompanhará a inovação e não trará diferenciais.

P: Quais são os pilares de um bom planejamento estratégico para esse setor?
R: Mercado competitivo, tecnologia, mercado alvo potencial.

P: Quais são os maiores desafios para se montar esse planejamento?
R: Profissionais competentes que conheçam do tema e que tenham conhecimento do setor
(know how específico setorial), já que cada um tem sua particularidade.

P: Quais as 3 informações ou dados que esse planejamento precisa ter?
R: Visão de futuro, objetivos estratégicos e conhecer o ambiente interno e externo.

P: Quem deve ser o responsável por montar esse tipo de planejamento?
R: Ele deve ser liderado pela alta direção, mas deve envolver todos os níveis da
organização. Importante ter um profissional habilitado em planejamento.

P: No seu tempo de diretor na FIEMT, quais foram seus maiores desafios ao montar o
planejamento estratégico da empresa?
R: Elaborar um planejamento adequado para cada unidade de negócio. Sesi-Mt, Senai- MT
e IEL- Mt (diferentes objetivo s e particularidades).

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O perigo de ser competente

Paulo Brustolin - 28/11/2017

O perigo de ser competente

O perigo de ser competente

Acredito que muitos leitores não devem ter compreendido o título desse artigo, pois no mundo capitalista de hoje, o que se fala muito é o profissional receber pelos seus méritos (MERITOCRACIA), e por isso, pela sua competência, mas porque o perigo por ser competente, inteligente e dedicado?

Os seres humanos têm um sentimento pior do mundo, a INVEJA, e os invejosos criam uma desculpa por não conseguir atingir o nível dessas pessoas, e para compensar começam a difamá-las, e acreditam nessa difamação de modo que possam se sentir superiores a elas.

Tive oportunidade de presenciar alguns fatos:

1 – Os incompetentes tentavam difamar o melhor aluno da faculdade, como se fosse um ET, não tinha uma vida social, só estudava, o pior que muitas pessoas nem sabia quem ele era, mas já falavam as mesmas coisas. Isso foi a estratégia do propagandista do Hitler, repetir mentiras centenas de vezes, até que tudo mundo esteja falando a mesma coisa.

2 – Na empresa tinha um funcionário recém contratado, que foi informado que um certo funcionário era um cara grosso, mal-educado, agressivo e etc, até o momento que esse recém contratado precisou de ajuda, e só tinha ele com capacidade de explicar, agora o medo desse funcionário de falar com o pior ser humano na terra, principalmente por tratar de algo técnico, depois de 1 hora de conversa, o recém contratado precisou abrir o jogo, e contar que não entendia porque as pessoas falavam tanto mal dele, já que o atendeu com a maior educação, e teve toda a paciência de explicar com detalhes todas as suas dúvidas. Esse fato demonstra que os incompetentes, que nada fazem de bom para a empresa, tem tempo de fofocar pelos cantos, e acabam difamando pessoas somente pela INVEJA, colocando um rótulo ruim nessas pessoas para compensar a sua incompetência.

3 – Um caso mais incrível, é quando o dono da empresa tem inveja pela competência do seu funcionário, tive a oportunidade de presenciar esse fato, no qual esse brilhante profissional solicitou ao dono da empresa que verificasse todo o projeto antes de chegar na obra, e ouviu do dono da empresa: “Não vou deixar você verificar o projeto, e se der prejuízo na obra com retrabalhos e multas, o dinheiro irá sair do meu bolso e não do seu, e ponto final”, depois de um tempo a empresa entrou em Recuperação Judicial.

Esse alerta é para que os profissionais competentes, também prestem muita atenção do que está ocorrendo ao seu redor, porque depois que inicia a difamação é muito difícil contê-la, e pessoas que nunca tiveram contato com você, já falam mal como se conhecessem a muitos anos, e quando cai no mercado, mesmo com toda a competência, fica muito difícil recuperar a imagem, e é claro que nenhuma empresa quer um profissional agressivo, mal-educado, e etc.

A minha sugestão é sair rapidamente da empresa, na qual a cúpula estimule esse tipo de profissionais invejosos, essas empresas que estimulam essa prática antiética em um mercado não tão protegido como o Brasil, iria facilmente a falência.

PROFISSIONAIS COMPETENTES, MUITO CUIDADO COM OS INVEJOSOS, NORMALMENTE NA SUA FRENTE SÃO SIMPÁTICOS (FALSOS), E POR TRÁS ESTÃO FAZENDO O ESTRAGO NA SUA VIDA PROFISSIONAL E AS VEZES PESSOAL.

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O perigo de ser competente

"Gerenciamento é substituir músculos por pensamentos, folclore e superstição por conhecimento, e força por cooperação."

Peter Drucker